Como é calculado o IPVA em Minas Gerais?

IPVA – como se calcula o valor

I) Alíquotas

Em Minas Gerais, desde 2004, calcula-se o IPVA aplicando-se sobre a base de cálculo as seguintes alíquotas:

4,0%
Automóveis, veículos de uso misto e utilitários.
3,0%
Caminhonetes de carga (pick-ups) e furgão.
2,0%
Automóveis, veículos de uso misto e utilitários com autorização para transporte público (ex: táxi, escolar) comprovada mediante registro no órgão de trânsito na categoria aluguel.
2,0%
Motocicletas e similares.
1,0%
Veículos de locadoras (pessoa jurídica).
1,0%
Ônibus, micro ônibus, caminhão, caminhão trator.

II) Base de cálculo

Para veículo novo, a base de cálculo do IPVA é o preço total que consta no respectivo documento fiscal de venda. Nesse caso, se o veículo é de procedência estrangeira, a base de cálculo é o preço que consta no documento de desembaraço aduaneiro, acrescido dos demais tributos e encargos, ainda que não recolhidos pelo importador.

Para veículo usado, a base de cálculo do IPVA é o preço médio praticado no mercado, no final do exercício anterior ao da cobrança, divulgado pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEF-MG), pesquisados em publicações especializadas e, subsidiariamente, na rede revendedora. Desde o IPVA do exercício 2008, essa cotação é realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) com supervisão dos técnicos da SEF/MG.

No caso de veículo usado, importado diretamente por consumidor, aplica-se o critério utilizado para o cálculo referente a veículo novo de procedência estrangeira.

O valor do IPVA relativo a veículo novo ou usado anteriormente não sujeito à incidência deste imposto é calculado proporcionalmente ao número de dias restantes no exercício, incluído o dia em que se deu a ocorrência do fato gerador.

O valor da base de cálculo do IPVA referente a veículos movidos exclusivamente à álcool etílico hidratado combustível tem redução de 30% (Trinta por cento).

Faça sua consulta:


1. A Tabela Fipe mostra preços médios de veículos no mercado interno, servindo apenas como um parâmetro para negociações ou avaliações. Os preços de fato praticados variam em função da região, conservação, cor, acessórios ou qualquer outro determinante que possa influenciar as condições mercadológicas por um veículo específico.
2. O ano do veículo refere-se ao ano do modelo e não são considerados veículos para uso profissional ou especial.
3. Os valores são expressos em R$ (reais) do mês/ano de referência.



O Brasil é, hoje, o quarto maior mercado consumidor de automóveis e quinto maior produtor de veículos do mundo. Prova disso são os 150 lançamentos e 500 veículos que serão apresentadas por 41 marcas no Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo.

Embora no ano de 2014 a indústria automobilística tenha tido um desempenho modesto no Brasil, o setor vive um dos maiores ciclos de investimento de longo prazo no País.

As seis maiores montadoras estimam que o volume total de produção deva girar em torno de 3,2 a 3,4 milhões de veículos neste ano, pouco abaixo dos 3,7 milhões fabricados no ano passado. Mas a expectativa é de retomada no segundo semestre de 2015.

“Oscilações ocorrem em qualquer mercado, emergente ou não. No médio prazo, o mercado brasileiro tem todos os fundamentos para ser maior do que é. Isso é consenso geral”, afirma Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil.

A montadora francesa trouxe ao salão três lançamentos, incluindo a picape Duster Oroch, concebida no centro de design da marca em São Paulo. E planeja lançar dois novos modelos nos próximos dois anos para atingir a meta de elevar a sua participação de mercado brasileiro dos atuais 7% para 8% em 2016.

“A indústria automobilística é cíclica no mundo inteiro. No Brasil, todo ciclo de crescimento foi sempre superior ao anterior na ordem de 10% a 15% desde os anos 1970”, ressalta Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford para a América do Sul.

A montadora americana investiu R$ 4,5 bilhões desde 2011 para lançar 22 novos carros e picapes no Brasil e na Argentina nos últimos dois anos.

A conta inclui o desenvolvimento da nova Ecosport, o primeiro carro global com design 100% brasileiro, que nasceu no centro de desenvolvimento de Camaçari (BA).

O presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall projeta que, num cenário que considera um pacote de estímulos do governo, a indústria automobilística possa crescer entre 3% e 4% em 2015.

“O país tem alto potencial. É jovem e 40% dos brasileiros não têm condições de comprar um carro hoje”, disse Schmall, justificando o investimento de R$ 10 bilhões anunciado pela marca no Brasil entre 2012 e 2018.

A Fiat, que caminha para o 13º ano seguido de liderança no mercado brasileiro, nunca apostou tanto no país. Os R$ 15 bilhões que serão desembolsados até 2016 bancaram a modernização da fábrica de Betim (MG) e a implantação do polo automotivo Jeep em Goiana (PE), que será inaugurado no primeiro trimestre de 2015.

"O Brasil é o segundo maior mercado do grupo Fiat Chrysler, atrás apenas dos EUA. Os investimentos no Brasil vão fortalecer as marcas Fiat e Jeep” diz Cledorvino Belini, presidente do grupo para América Latina. Ele ainda antecipou o lançamento quatro novos modelos nos próximos dois anos.

A GM segue com o projeto de um novo carro compacto popular para mercados emergentes. Se ganhar sinal verde da matriz americana, a decisão é produzir o modelo no país.

“O Brasil é o terceiro mercado global da GM. Entre 2014 e 2018, investiremos de R$ 6,5 bilhões de reais na renovação e desenvolvimento de veículos e no uso de combustíveis”, afirma o presidente mundial da marca, Dan Ammann.

A Hyundai, que fecha o grupo das seis maiores montadoras no país, aproveitou o Salão do Automóvel 2014 para comemorar a marca de 300 mil unidades vendidas em dois anos do HB20, modelo feito especialmente para o mercado brasileiro. O carro é montado na fábrica de Piracicaba, inaugurada em novembro de 2012 ao custo de R$ 1,5 bilhão.

“O Brasil vai continuar sendo muito importante na estratégia de crescimento global da marca”, ressalta Willian Lee, presidente da Hyundai no Brasil.

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